quinta-feira, 30 de abril de 2009

McDonald & Giles - McDonald & Giles (1970) [U.K]



Ian McDonald e Michael Giles compuseram e lançaram em 1970, um único e interessante disco solo com canções escritas entre 1968 a 1970, período no qual ainda participavam da primeira formação do King Crimson.Com arranjos e produção da dupla, o disco foi gravado entre os meses d maio e julho de 1970, e contou com a participação de Winwood, (uma espécie de "arroz de festa da época" pois estava em todas, independente de sua carreira no Traffic, Peter Sinfield na letra da suíte Birdman e Peter Giles, irmão de Michael no baixo. Ian McDonald, praticamente, responde por grande parte da instrumentação tocando guitarra, teclados, sopros, metais, vocais e a maioria das composições.
Ele tem a sonoridade da época e algumas passagens que lembram muito o Aton Heart Mother do Pink Floyd, igualmente datado, e possivelmente produzido com o mesmo clima. Há nítidas incursões jazzísticas nos trechos instrumentais com solos de flauta, sax e trombone. Percebe-se a influencia inevitável dos Beatles, e até do que o King Crimson fez no seu segundo disco, In the Wake of Poseidon.
Grande album.

1.Suite in C - 11:25
2.Flight of the Iris - 3:23
3.Is She Waiting? - 2:43
4.Tomorrow's People-The Children of Today - 7:03
5.Birdman - 21:41

Download: http://rapidshare.com/files/157061966/McDonald_And_Giles_-_McDonald_And_Giles.rar

Biglietto per L'Inferno - Biglietto per L'Inferno (1974) [Italy]



Um reconhecido e cultuado clássico do prog italiano nos anos 70, este Biglietto per L'Inferno tornou-se artigo muito procurado e raro pelo fato de ter sido o único álbum lançado pela banda na época e por um selo pequeno, sendo assim muito difícil adquiri-lo fora da Itália durante muito tempo.
O som traz um mescla de prog sinfônico e suave hard rock em agradáveis doses que aproxima-se bastante dos primeiros discos de seus conterrâneos do Rovescio Della Medaglia, do Metamorfosi ou da mais conhecida PFM, como é o caso da faixa Ansia.
O álbum é cantado em italiano e Claudio Canali tem destaque pela flauta e por sua bela voz. As vocalizações algumas vezes lembram a dramaticidade e portamento de David Byron (Uriah Heep), com registro para médio/agudo. O correto é dizer que Byron, com ares de ópera, era que cantava à moda da escola italiana. Com dois tecladistas, sons de hammond e moog são dominantes, a guitarra com distorção grave em alguns momentos soa como se tivesse um leve flanger ou phaser.
O disco é bem variado, alterna constantemente partes lentas e tranquilas com temas mais densos ou rápidos. Ansia e a emotiva Una Strana Regina são as faixa mais suaves do álbum. L'amico suicida é sombria. Minha favorita fica por conta de Il Nevare, viajante, com um refrão mais forte.
Quer saber porque este álbum é considerado por alguns uma obra-prima do progressivo italiano? Então dê uma conferida e tire as próprias conclusões.

1.Ansia - 6:07
2.Confessione - 8:07
3.Una Strana Regina - 7:20
4.Il Nevare - 5:48
5.L'amico Suicida - 14:45
6.Confessione (instrumental) - 3:57

Download: http://rapidshare.com/files/17412617/biglieto_per_l_inferno_2_lp.rar

terça-feira, 28 de abril de 2009

Camel - The Snow Goose (1975) [U.K]



Em 75 é lançado o despretensioso "The Snow Goose", um álbum inteiramente instrumental (exceto algumas vocalizações) baseado em um conto infantil de Paul Gallico. Este talvez seja o álbum mais acessível da banda e também o que mais vendeu, o que é de grande mérito pois é definitivamente uma obra de arte, realizada impecávelmente e de criativo valor. Ele é mais leve que os seus predecessores, mas continua contando com o que de melhor a banda tinha a oferecer, ou seja, excelentes passagens intrumentais de ambos os principais compositores, os quais deram forma a esta obra conceitual íntegra e coesa em sua totalidade.
Teclados e guitarras ainda são as forças principais, bateria e baixo não se destacam muito, mas formam uma base sólida e competente. Andrew Latimer impressiona com o sentimento de sua guitarra e flauta, ótimas e memoráveis passagens são tocadas, é notada sua influência do blues no seu modo de tocar. Peter Bardens utiliza muito bem seu arsenal de teclados, criando momentos e humores na música que dão característa a essa obra. Por ser um álbum conceitual ele segue uma história, não só no título das faixas mas nas música em sí também.

1.The Great Marsh
2.Rhayader
3.Rhayader Goes To Town
4.Sanctuary
5.Fritha
6.The Snow Goose
7.Friendship
8.Migration
9.Rhayader Alone
10.Flight Of The Snow Goose
11.Preparation
12.Dunkirk
13.Epitaph
14.Fritha Alone
15.La Princesse Perdue
16.The Great Marsh

Download: http://rapidshare.com/files/121368575/C75TSGose.rar

Grateful Dead - American Beauty (1970) [USA]



"American Beauty" é o quinto álbum do cultuado grupo norte-americano Grateful Dead. Nele, a banda liderada pelo vocalista e guitarrista Jerry Garcia mergulha na rica herança musical ianque e sai de lá com um disco que reapresenta os variados gêneros musicais de seu país aos jovens da virada dos anos 60 para os 70.
O disco abre com a clássica "Box of Rain", onde o Grateful Dead coloca as cartas na mesa. "Friend of the Devil", uma das músicas mais conhecidas do grupo, inclusive aqui no Brasil, onde o Dead nunca teve muita repercussão, vem a seguir. "Super Magnolia" é mais uma das emblemáticas composições da banda presente em "American Beauty". Como deu para perceber, o disco é um desfile de clássicos em sequência.
É muito fácil ouvir o álbum. "Operator", por exemplo, é um country estradeiro que cativa já nos primeiros acordes. "Till the Morning Comes" une a sonoridade típica do interior dos Estados Unidos à então recente influência da invasão britânica de nomes como Beatles, Rolling Stones, Who e Kinks. O disco fecha com outra canção-assinatura do Dead, "Truckin´".
"American Beauty" não é apenas um dos grandes álbuns da década de setenta, mas também um dos grandes discos da história do rock norte-americano.

1.Box of Rain
2.Friend of the Devil
3.Sugar Magnolia
4.Operator
5.Candyman
6.Ripple
7.Brokedown Palace
8.Till the Morning Comes
9.Attics of My Life
10.Truckin'

Download: http://www.megaupload.com/?d=SY0ZD2Z0

Garybaldi - Nuda (1972) [Italy]



Como seria a música de Jimi Hendrix se ele fosse italiano? A pesada influência da Band of Gypsies na música 'power blues' de Garybaldi parece ser exatamente isso e esse bom guitarrista conhecido como "Bambi" Fossati dá uma bela resposta. Banda originária do Gleemen, mantiveram a formação e mudaram o nome para Garybaldi em 1971.
Um wha-wha introduz a linha de Maja Desnuda (também o nome de uma obra de Goya) e vai na linha de Hendrix como em Manic Depression. A presença de um solo de hammond enriquece bastante e os solos e riffs de Fossati são incríveis.
Em Decomposizione, Preludio E Pace a guitarra é altamente torturada, psicodelismo puro.
Alguns momentos são de grande paz como na faixa Febbraio 1700, onde as mãos de Bambi deslizam suavemente pelo braço da guitarra, acariciando o instrumento. L' Ultima Graziosa é a mais criativa faixa do álbum, uma mistura de Hendrix ou mesmo Rory Gallagher.
Moretto da Brescia: Goffredo e Dolce Come Sei Tu têm um distinto toque italiano que a aproxima um pouco do progressivo pscodélico.
Esta disco pode padecer de criatividade, não é exatamente progressivo (se em algum momento pode ser considerado) mas a música que fazem é tocante, de muita competência e é difícil ficar parado.
O segundo disco Astrolabio é considerado melhor e mais progressivo, mas este é sem dúvida exemplo de um bom disco de rock!

1.Maya Desnuda
2.Decomposizione, Preludio e Pace
3.Febbraio 1700
4.L' Ultima Graziosa
5.Moretto da Brescia: Goffredo
6.Il Giardino Del Re
7.Dolce Come Sei Tu

Download: http://www.megaupload.com/?d=14ATTD53

Santana - Caravanserai (1972) [Mexico]



Carlos Santana notabilizou-se por associar-se ao que conhecemos e identificamos por rock latino.
Caravanserai é o mais eleborado e complexo trabalho de Santana. Tem inúmeras passagens progressivas e até um homenagem a um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos : Tom Jobin, na música Stone Flower. A percurssão é fantástica, como é em todos os Santanas, mas este é mais. Ouçam e poderão consatarar algo mais nos rítimos. As harmonias são diferentes de todos os outros discos do Santana e tendem ao jazz rock, e referendam Miles Davis. Caravanserai é o disco que menos vendeu e que mais se aproximou do não comercial, embora haja até composições no disco com esta finalidade.

1.Eternal Caravan of Reincarnation
2.Waves Within
3.Look up (To See What's Coming Down)
4.Just in Time to See the Sun )
5.Song of the Wind
6.All the Love of the Universe
7.Future Primitive
8.Stone Flower
9.La Fuente del Ritmo
10.Every Step of the Way

Download: http://www.megaupload.com/?d=JW2T7HWD

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Cactus – Cactus (1970) [USA]



Em poucas palavras: rock n’ roll de muito peso! Aquela pegada blueseira de raiz somada ao trabalho insano de uma dupla explosiva: Carmine Appice (bateria) e Tim Bogert (baixo). Sujo e rebelde, como todo bom rock n’ roll soa, esse trabalho poderia ser definido, num visão mais restrita e até medíocre, como uma versão norte-americana do som do Led Zeppelin dos dois primeiros álbuns. Mas essa semelhança tem mais a ver com a abordagem que os dois grupos fazem do blues, que é sim similar. De resto, existem muitos elementos subjetivos que provam fácil fácil que "uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa". Cactus é uma bandaça, que faz um rock arrasador neste disco, quente e venenoso.

1.My Lady From South Of Detroit
2.Bro. Bill
3.You Can't Judge A Book By The Cover" (Willie Dixon)
4.Let Me Swim
5.No Need To Worry
6.Oleo
7.Feel So Good


Iman Califato Independiente - Camino del Aguila (1980) [Spain]



Se você não é familiarizado com o progressivo espanhol, um bom exemplo por onde começar, pode ser com o Iman, este é o seu segundo trabalho, bem superior ao 1º, onde é possível perceber sutis influências da música flamenca, mas com presença marcante do jazz-rock de muita competência e musicalidade, onde todas as músicas são instrumentais(com excessão da última) muito bonitas, se destacam todos os instrumentos, mas o tecladista e o guitarrista podem conseguir emocionar o ouvinte pela emoção que eles conseguem passar para seus respectivos instrumentos.
Apesar de ser uma banda desconhecida, Iman produziu um dos mais bonitos discos da história do progressivo espanhol e porque não dizer, do progressivo mundial, por conseguir fundir o com tanta destreza, complexidade e beleza.

1.La marcha de los Enanitos
2.Maluquinha
3.Caminho del aguila
4.Ninos

Download: http://rapidshare.com/files/109121371/ImanCalifatoIndependiente.zip.html

Area - Caution Radiation Area (1974) [Italy]



Mais uma mostra de competência destes músicos italianos que desenvolveram um jazz-rock prog. muito característico e extremamente competente, a onde todos os instrumenros executam acordes impressionantes. O disco segue a mesma linha musical dos dois anteriores, porém com a utilização da música árabe bem menos evidente, no entanto o caráter psicodélico fala um pouco mais alto, o que acaba por atrapalhar um pouco, mas nada que comprometa o disco como um todo.As 3 primeiras músicas são muito boas, no entanto a 4º é muito psicodélica, não é representativa, Lobotomia é só barulho. Ainda que muito bom, "Caution radiation Area" é inferior aos dois primeiros.

1.Cometa rossa
2.ZYG (Crescita Zero)
3.Brujo
4.Miragel
5.Lobotomia

Download: http://rapidshare.com/files/219369431/Ar_Ca_Rad.rar

Ramses - La Leyla (1976) [Germany]



Ramses tem a sonoridade Hard Rock típica das grandes bandas da década de 70 como o Iron Butterfly, Deep Purple e Uriah Heep, com a forte veia sinfônica típica na Alemanha, como o Eloy e o Novalis.
Os vocais em inglês são exercidos com muita competência por Herbert Natho, Hans D. Klinkhammer no baixo, Norbert Langhorst na guitarra, Reinhard Schröter na bateria e Winfried Langhorst no teclado completam o line-up.
La Leyla é o debut do Ramses, posteriromente lançaram mais 2 discos. La Leyla alterna momentos calmos e suaves com partes mais agressivas, e as vezes momentos mais melódicos. Tudo isso com muita competência e muito 'feeling' na guitarra, acompanhado de um belo vocal.

1.Devil Inside
2.La Leyla
3.Garden
4.War
4.Someone Like You
5.American Dream

Download: http://www.mediafire.com/download.php?j2rndnznmym

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Mounitain - Climbing! (1970) [USA]



Sem dúvida nenhuma o melhor disco do Mountain. Agora como uma banda de verdade, o grupo liderado por Leslie West e Felix Pappalardi vinha com um álbum perfeito, trazendo nove canções que se tornaram "cartilha" para quem quisesse se aventurar no rock pesado dali pra frente. O que dizer de um disco que abre com "Mississipi Queen", um dos clássicos da história do rock? O mínimo que pode se fazer é o ouvir o disco no volume máximo, como recomendava a banda na contracapa do LP: "this record was made to be played loud".
"Theme for an Imaginary Western" recebe uma interpretação emocionada de Pappalardi. A composição de Jack Bruce e Pete Brown se tornou um marco na carreira do grupo, pois era uma espécie de apadrinhamento do Cream, uma carta branca aprovando o Mountain para beber à vontade nas influências do grupo inglês. Era a retribuição de Bruce e Brown ao amigo Pappalardi, que tanto tinha trabalhado pelo Cream. Falando neles, "The Laird" é claramente influência direta do trio inglês.
"Never in My Life" e "Sittin' on a Rainbow" têm riffs cavalares de West dobrados pelo baixo de Pappalardi, o que oferece um peso extra nas composições, que já eram fortes por natureza. "Silver Paper" é uma pequena obra-prima misturando psicodelia e peso com uma letra totalmente hipponga. "For Yasgur's Farm" é uma das mais belas homenagens a Woodstock feita por uma banda que lá tocou (Joni Mitchell fez também sua homenagem, mas não tocou lá ...)
A guitarra de West tem em Climbing seu ápice. Um som único, como o da faixa instrumental "To My Friend" e no encerramento com "Boys in the Band".

1.Mississippi Queen - 2:32
2.Theme From an Imaginary Western - 5:07
3.Never in My Life – 3:53
4.Silver Paper – 3:18
5.For Yasgur's Farm – 3:23
6.To My Friend - 3:38
7.Laird - 4:39
8.Sittin' on a Rainbow - 2:22
9.The Boys in the Band – 3:43

Download: http://www.megaupload.com/?d=113CV3NQ

Yes - Tales from Topographic Oceans (1973)



Este foi o último álbum que contou com a presença de Rick Wakeman nos teclados, porque no álbum seguinte Relayer 1.975 Wakeman sairia da banda para se dedicar a sua carreira solo, voltando só em Going For The One 1.977.
Tales Fron Topographic Oceans, seria também a estréia em estúdio do baterista Allan White, depois da saída do baterista Bill Bruford, que foi sentida por muitos fãs.
Tales from Topographic Oceans tem um conceito diferente do que até então o Yes já tinha feito, pois o álbum se resume a uma suíte dividida em vários momentos, o Jethro Tull fez algo parecido com isso no álbum Trick As A Brick 1.972. Diz uma lenda que Jon Anderson gostou do resultado de Trick As A Brick e pensou em fazer algo igual ou parecido mas sempre incorporando às letras suas tendências espiritualistas; dessa maneira Jon Anderson compões Tales from Topographic Oceans.
Este é o álbum mais polêmico e incompreendido do Yes e as opiniões a respeito dele vão de um extremo a outro, tanto pelos fãs quanto pela crítica. Uns dizem que não passa de uma viagem megalomaníaca e desnecessária e que só prova a arrogância dos seus músicos, principalmente Jon Anderson. Já outros, consideram este um dos melhores trabalhos do Yes, com as melhores atuações individuais dos músicos e que retrata essencialmente o rock progressivo sinfônico como nenhum outro já fez.
O que podemos dizer, de fato, é que ambos os lados são verdadeiros.
Aos que não conhecem o trabalho, baixem e vejam de que lado vocês estarão, alem das quatro musicas o album ainda tem duas faixas bonus.

CD 01:

1 - The Revealing Science Of God Dance Of The Dawn
2 - The Remembering High The Memory
3 - The Ancient Giants Under The Sun


CD 02:

1 - Ritual Nous Sommes Du Soleil
2 - Dance Of The Dawn (Studio Run-Through) [Extra]
3 - Giants Under The Sun (Studio Run-Through) [Extra]


CD1:http://rapidshare.com/files/121007897/Yes_-_Tales_From_Topographic_Oceans_1.rar


CD2:http://rapidshare.com/files/121101398/Yes_-_Tales_From_Topographic_Oceans_2.rar

Marcus - Marcus (1976) [USA]



Esse único registro do grupo norte-americano Marcus é um dos mais raros e obscuros álbuns do hard rock setentista. Natural de Detroit, a banda era formada pelo vocalista Marcus Malone, pelo trio de guitarristas-solo Gene Bloch, Randall David e Jack Weber, pelo baterista Dandy "Star" Holmes e pelo lendário baixista Tim Bogert, ex-Cactus, Vanilla Fudge e Beck Bogert & Appice.
O álbum é uma pedrada, um verdadeiro clássico perdido. A qualidade de suas oito composições espanta e nos faz pensar como uma banda tão fantástica como essa não alcançou uma repercussão maior. O fato é que a gravadora do grupo, a United Artists, investiu muito pouco, praticamente nada, na promoção do álbum, o que, somado ao fato de o disco ter sido lançado em pleno auge da disco music e com uma capa que mais remete a um trabalho de funk do que de hard rock, fez com que as lojas norte-americanas colocassem o play na seção de funk e r&b, "escondendo-o" dos ouvintes de música pesada, que certamente iriam pirar com o trabalho.

1.Black Magic - 5:50
2.Salmon Ball - 6:15
3.Kelly - 4:01
4.Gypsy Fever - 6:16
5.Pillow Stars - 5:45
6.Highschool Ladies Streetcorner Babies - 5:09
7.Dream Wheel - 3:44
8.Rise Unto Falcon - 6:33

Download: http://www.megaupload.com/?d=0O2J7Q50

Love - Forever Changes (1967) [USA]



A mais cultuada e reconhecida fonte de idéias, entretanto, foi o Love, grupo criado pelo guitarrista e vocalista Arthur Lee, que em 1964 largou sua terra natal (Memphis) e se picou para L.A., onde recrutou os guitarristas Bryan McLean e John Echols, o baixista Ken Forssi e o baterista Don Conka (logo substituído por Alban "Snoopy" Pfisterer). Contratados pela Elektra, debutaram em vinil com o LP Love (1966), que conta com canções inesquecíveis como a ode lisérgica "Signed D.C." e duas covers, uma de Burt Bacharach/Hal David ("My Little Red Book") e outra infernal do clássico "Hey Joe".
Forever Changes, lançado no final de 1967 e considerado um dos mais importantes dos anos sessenta e o mais significativo do Love. A partir deste LP, a banda original dissolveu-se, cabendo a Lee carregá-la nas costas por mais quatro álbuns que, embora interessantes, já não continham mais a expressividade que os havia caracterizado.
Quanto às canções, encontramos baladas flamenco-orquestrais como "Alone Again Or" e "Maybe the People Would Be the Times or Between Clark and Hilldale", o bucolismo folk de "Old Man" e "Live and Let Live" (essa é bem à la Donovan), as baladas-romântico-psicopop "Andmoreagain" e "The Good Humor Man He Sees Everything Like This", as complexas texturas psicoclássicas que discutem as situações do homem perante a existência na legendária "The Red Telephone", as sofisticações psicodélicas com inesperadas ou ásperas mudanças e distintas modulações nas harmonias presentes em "A House is not a Motel", "The Daily Planet" e "You Set the Scene" e o curioso dylanesco semi-rap-psicodélico "Bummer in the Summer".
Essa versão aqui postada ainda contem alguns extras.


1.Alone Again Or (3:17)
2.A House Is Not A Motel (3:32)
3.AndMoreAgain (3:22)
4.The Daily Planet (3:31)
5.Old Man (3:02)
6.The Red Telephone (4:46)
7.Maybe The People Would Be The Times Or Between Clark And Hilldale (3:34)
8.Live And Let Live (5:28)
9.The Good Humor Man He Sees Everything Like This (3:08)
10.Bummer In The Summer (2:24)
11.You Set The Scene (6:50)

Extras:

12.Hummingbirds (Demo Version) (2:44)
13.Wonder People (I Do Wonder) (Out Take) (3:38)
14.Alone Again Or (Alternate Mix) (2:56)
15.You Set The Scene (Alternate Mix) (7:02)
16.Your Mind And We Belong Together (Tracking Sessions Highlights) (8:17)
17.Your Mind And We Belong Together (Bonus Track (4:28)
18.Laughing Stock (Bonus Track) (2:32)


Download: http://rapidshare.com/files/16201214/Love_-_Forever_Changes__1967__by_cfbj.rar

Kahvas Jute - Wide Open (1971) [Australia]



Formada em 1970 na Austrália, o Kahvas Jute pode ser vista por alguns como mais uma banda setentista que aproveitou o embalo da onda Hard Rock para poder fazer seu som, porém, este quinteto é muito, mas muito mais que isso!! Com um som agradável e pitadas psicodélicas, esta banda possui atitude suficiente para se colocar entre as grandes aparições do rock australiano da época.
A banda era composta pelos guitarristas Dennis Wilson e Tim Gaze. Na bateria, Dannie Davidson, o vocalista Scott Maxey e fechando o time o baixista Bob Daisley, que mais tarde tocaria com lendas como Ozzy Osbourne,Windowmaker, Ritchie Blackmore e Gary Moore. Este é o único álbum da banda e mostra um Rock com belas harmonias entre vocal, guitarra e violão.
Recomendadissimo.

1.Free - 5'07
2.Odyssey - 3'57
3.Up There - 2'48
4.She’s So Hard To Shake - 4'15
5.Vikings - 4'30
6.Steps Of Time - 3'20
7.Twenty Three - 3'48
8.Ascend - 3'05
9.Parade Of Fools - 8'57

Bonus Tracks

10.Politician (Live at The Basement, 2005)
11.She's So Hard To Shake (Live at The Basement, 2005)
12.Ascend (Live at The Basement, 2005)
13.Acension (Live at The Basement, 2005)
14.Parade Of Fools (Live at The Basement, 2005)

Download: http://rapidshare.com/files/183052445/1107kahvasjuteWideopen.zip.html

Solaris - Marsbéli Krónikák (1984) [Hungary]



Uma dos melhores discos a serem produzidos na década de 80, Solaris conseguiu um feito histórico no rock, pelo menos que eu saiba, foi uma das primeiras bandas que conseguiu misturar guitarra, que as vezes tinha o peso do Heavy, com uma chuva de teclados e flauta e ainda assim, obter um resultado incrivelmente bonito e equilibrado e é assim que eu posso definir o som do Solaris como um dos percussores do Heavy progressivo. Neste disco o grande destaque é a interação entre as guitarras com a flauta e os teclados, os demais instrumentos trabalham para engrandecer esta interação não se destacando tanto assim, todas as faixas são intrumentais e muito bem elaboradas com excessão da 1º que tem um caráter introdutório e é chata, todas as demais são muito bonitas e eu só posso salientar que se trata de um grande disco, numa década muito ruim para o progressivo. Este disco foi relançado em cd em 1989 na Hungria pela Start, mas teve uma nova prensagem em 1998 agora pela Gong também hungara. Para quem gosta de rock progressivo este disco é indispensável!!!

1.Marsbéli Krónikák I
2.Marsbéli Krónikák II - III
3.Marsbéli Krónikák IV - VI
4.M'ars Poetica
5.Ha Felszáll A Köd
6.Apokalipszis
7.E-Moll Elõjáték
8.Legyõzhetetlen
9.Solaris
10.Orchideák Bolygója
11.A Sárga Kör

quinta-feira, 23 de abril de 2009

The Doors - The Doors (1967)



O melhor álbum dos Doors é sempre o que está tocando na nossa cabeça, seja a coletânea de hits "The Doors", o clássico "L.A. Woman" ou um pirata australiano como "The Doors Archive" (o som é ruim, mas as performances são do balaco). A obra-prima de 67, que fundiu todos os circuitos do produtor Paul Rothschild, tem o mérito de apresentá-los em estado bruto: a guitarra fluída de Robbie Krieger, a bateria segura - porém jazzística - de John Densmore, o teclado de fundo-de-garagem-cósmica em que Manzarek dedilha contrapontos, e os urros, gritos primais, deboche, sofrimento e poesia das esferas de Morrison. Tudo isso gravado em quatro canais.
O negócio dos Doors era hard rock com sobretons psicodélicos. Nos improvisos, viraram uma banda de blues elétrico que ficaria à vontade em qualquer madrugada de bar.
The Doors" tem desde um feroz blues de homem branco ("Back Door Man") ao hino de uma geração inteira ("Light My Fire"), com seu imaginário baseado nos elementos vitais e a antológica progressão clássica do órgão de Manzarek, passando pelas intimações poéticas de "Moonlight Drive". Mas o bombardeio de napalm na psique é mesmo "The End".

1.Swimmin' in Quicksand - 3:20
2.Back to the Land - 2:25
3.Movin' - 3:13
4.Happy Hooker - 5:27
5.Red Hot Lovin' - 2:45
6.Jim Dandy - 2:38
7.Moonshine Sonata - 5:26
8.Why Shouldn't I Smile - 2:21
9.High 'n' Dry - 2:25
10.Mad Man - 3:50

Download:http://www.mediafire.com/?y22mz4xj5jj[

Ten Years After - A Space In Time (1971) [U.K]



A Space in Time é o sétimo álbum do Ten Years After e, para muitos, o disco mais importante da carreira dos ingleses. Além disso, também é o trabalho de maior sucesso. O álbum marca uma transição na carreira da banda liderada pelo vocalista e guitarrista Alvin Lee. Nele, o blues incendiário (fiel às raízes do estilo) presente nos primeiros trabalhos foi deixado para trás. As composições são mais curtas, diretas e "comerciais" que as presentes nos álbuns anteriores do grupo.
maioria de suas dez faixas é construída não sobre riffs de guitarra, mas sim sobre dedilhados provenientes do instrumento de Alvin Lee. Essa mudança ocorreu, provavelmente, em virtude do grande sucesso alcançado pelos primeiros discos do Led Zeppelin. Recheados de canções com bases acústicas, teriam inspirado Alvin a seguir o mesmo caminho em suas novas composições.
Ainda que não possa ser enquadrado no formato clássico do gênero, A Space in Time é um álbum de blues que encontra novas cores, unindo o estilo proveniente dos cantos negros do interior dos Estados Unidos a outros gêneros musicais. O resultado é um trabalho atemporal, que colocou a carreira do Ten Years After em um novo nível, escrevendo de vez os ingleses entre os grandes nomes da história.

1.One of these days - 5:55
2.Here they come - 4:38
3.I´d love to change the world - 3:43
4.Over the hill - 2:27
5.Baby won´t you let me rock´n´roll you - 2:15
6.Once there was a time - 3:20
7.Let the sky fall - 4:18
8.Hard monkey´s - 3:10
9.I´ve been there too - 5:43
10.Uncle jam - 1:57

Download: http://rapidshare.com/files/66594478/Ten_Years_After_-_A_Space_in_Time.rar.html

Sir Lord Baltimore - Kingdom Come (1970) [USA]



Kingdom Come traz um hard pesadíssimo, repleto de grandes riffs. O baixo de Gary Justin colocava ainda mais peso às músicas, enquanto a bateria de John Garner imprimia um ritmo tribal ao proto heavy do grupo. O som lembra o Black Sabbath do início, com algumas músicas mais arrastadas e carregadas com uma atmosfera sombria e aterrorizante. O crítico Mike Saunders, da Creem Magazine, escreveu um review bastante favorável ao grupo, que se tornou histórico por ser apontado como a primeira vez em que o termo “heavy metal” foi utilizado como referência a um estilo musical. Só por aí dá pra sentir a influência do Sir Lord Baltimore na música pesada.
Entre as dez faixas de Kingdom Come, destaque para a que dá nome ao disco, “Hell Hound”, “Helium Head”, “Ain´t Got Hung on You”, “Master Heartache” e “Lady of Fire”.
Sem dúvida um registro pra entrar pra história.

1.Master Heartache - 4:35
2.Hard Rain Fallin' - 2:55
3.Lady of Fire - 2:50
4.Lake Isle of Innisfree - 4:03
5.Pumped Up - 4:03
6.Kingdom Come - 6:40
7.I Got a Woman - 3:00
8.Hell Hound - 3:17
9.Helium Head (I Got a Love) - 4:00
10.Ain't Got Hung on You - 2:20

Download: http://www.megaupload.com/?d=HHL4T8G2

Grand Funk Railroad - Grand Funk (1969) [USA]



O popular "vermelhão" mostrava o verdadeiro estilo Grand Funk. Foi com esse disco que o trio achou a sua própria e peculiar sonoridade. Sem grana, o grupo não podia queimar muitas horas de estúdio e as músicas foram gravadas na maioria das vezes no primeiro take. Tudo é maravilhosamente tosco; o timbre de baixo conseguido por Mel Schacher é algo a ser estudado por físicos. A produção de Terry Knight é um verdadeiro tapa na cara, como em "Paranoid", onde todo o som cavernoso do trio se transforma num irresistível groove pesadíssimo. Faixas como "Please Don't Worry" e "Mr. Limousine Driver" fazem qualquer velhinha com reumatismo sair chacoalhando o esqueleto! Já "Inside Looking Out" é um caso a parte, umas das melhores atuações já registradas pela banda. Se você quiser manter seus falantes intactos, passe longe desse álbum, mais se é um amante de um Hard Rock mais do que crú, aí o album fica recomendadissimo.

1.Got This Thing on the Move
2.Please Don't Worry
3.High Falootin' Woman
4.Mr. Limousine Driver
5.In Need
6.Winter and My Soul
7.Paranoid
8.Inside Looking Out
9.Nothing is the Same
10.Mr. Limousine Driver

Download: http://rapidshare.com/files/112843404/1970_-_Grand_Funk.rar.html

Hawkwind - In Search of Space (1971) [U.K]



Excelente disco desta banda tresloucada com ótimas guitarras e bastante sintetizadores. Um dos álbuns mais pesados do progressivo nos anos 70 ( vale lembrar que foi celeiro de um tal Lemmy que anos mais tarde formaria o pesadíssimo Motorhead). O álbum tem um certo ar sinistro e músicas maravilhosas como " You Shouldn't do that ", "Master of the Universe", "We Took the Wrong Step Years ago" e "Silver Machine". Lembra o Pink Floyd da era Syd Barret ( vide "Interstelar Overdrive"), só que Muito pesado. Tanto que no primeiro álbum, "Hawkwind " ( 1970 ), eles prestam uma homenagem ao Floyd colocando em seu álbum a música "Cymbaline" do álbum "More".

1.You Shouldn't do that - 15:41
2.You Know You're Only Dreams - 6:36
3.Master of the Universe - 6:17
4.We Took the Wrong Step Years ago - 4:48
5.Adjust me - 5:46
6.Children of the sun - 3:14

Download: http://rapidshare.com/files/156563868/0161971.rar

Premiata Forneria Marconi - Storia di un Minuto (1972) [Italy]



Este é o primeiro álbum da banda italiana Premiata Forneria Marconi uma das líderes do movimento progressivo de sua nação. PFM fácilmente se iguala aos gigantes da época como Genesis, Yes e ELP. É inegável o talento e poder de criatividade desta banda, mesmo sendo influenciada pelos ingleses já citado aqui, ela consegue se distacar e criar um som único, variando entre a leveza de instrumentos acústico ao peso dos elétricos num equilibrio notável.
É impossível algum admirador de rock progressivo não gostar ou negar o talento desta banda, é um ótimo passo inicial pra quem quer entrar no mundo do prog italiano, "Storia di un Minuto" é indispensável.

1.Introduzione
2.Impressioni di Settembre
3.E' Festa
4.Dove... Quando... (Parte I)
5.Dove... Quando... (Parte II)
6.La Carrozza di Hans
7.Grazie Davvero

Download: http://rapidshare.com/files/79545613/Premiata_Forneria_Marconi_1972_Storia_di_un_Minuto.rar

Black Sabbath - Master of Reality (1971) [U.K]



O terceiro do Sabbath veio para demarcar de vez seu território. “Master Of Reality” é uma aula de como fazer riffs perfeitos. Qualquer guitarrista que pretenda fazer som pesado, seja qual estilo for, de alguma forma é inspirado por Tony Iommi, e neste disco o rapaz está pegando fogo. Da tosse inicial e do riff memorável de “Sweet Leaf”, passando pela pesada “After Forever”, a mini-intro “Embryo” emendada em “Children Of The Grave” (ouça qualquer banda stoner e reconheça o andamento desta música em TODAS elas), às poderosas “Lord Of This World” e “Into The Void”, e a viajandona “Solitude” (que ao contrário do que muitos pensam, não é cantada por Bill Ward), o Sabbathzão está em sua melhor forma. Não é por menos que este disco é o mais coverizado pelas bandas. Todas as suas músicas já passaram por mãos de gente como COC, Kyuss, Monster Magnet, Biohazard, Cathedral, White Zombie e etcs. Curiosidade: este foi o primeiro álbum bem recebido pelo público, principalmente pelos fãs do Led Zeppelin, que estavam desapontados com o terceiro álbum da banda, mais acústico e menos pesado.

1.Sweet Leaf 5:05
2.After Forever 5:26
3.Embryo 0:28
4.Children of the Grave 5:17
5.Orchid 1:31
6.Lord of this World 5:26
7.Solitude 5:02
8.Into the Void 6:11

Download: http://www.mediafire.com/?tmuu3t3zulj

The Who - Live at Leeds (1970)



Um registro impressionante.
O que impressiona nessa gravação ao vivo agora revelada é a fidelidade da banda aos arranjos originais, no auditório da Universidade de Leeds (Inglaterra) para uma platéia de privilegiados. A performance de Keith Moon (morto em 1978) na bateria é absolutamente avassaladora e só confirma que ele foi um dos maiores bateristas de rock de todos os tempos. Com apenas um guitarrista, Pete Townshend, coube a John Entwistle transformar seu baixo numa guitarra base. Quem ouve o disco não acredita que aquela máquina de velocidade e precisão tem apenas quatro cordas e dá razão a Paul McCartney quando este pediu um autógrafo a Entwistle depois de um show do Who nos anos 70.
Daltrey está numa grande noite e Townshend não poupa as guitarras e muito menos a parede de amplificadores ligados em série. Ele resolveu todos os arranjos de violão da versão original de Tommy apenas aliviando a pressão dos dedos nas cordas, e nas horas de ataque saturou a amplificação a tal ponto que aqui, do outro lado, achamos que o palco vai explodir levando a platéia junto. Afinal Live at Leeds além de Tommy na íntegra, trás uma 1 hora e 45 minutos de puro The Who, estraçalhando e detonando tudo o que encontra pela frente. A versão de Magic Bus, com direito a duelo R&B de guitarra e bateria é inesquecível! Essa nova versão de Live at Leeds é presença obrigatória em qualquer discoteca básica. Ufa! Quem sabe se o tempo não vai me reservar mais alguma grande surpresa com o Live at Leeds!!!!

1.Heaven And Hell
2.I Can’t Explain
3.Fortune Teller
4.Tattoo
5.Young Man Blues
6.Substitute
7.Happy Jack
8.I’m A Boy
9.A Quick One, While He’s Away
10.Amazing Journey/Sparks
11.Summertime Blues
12.Shakin’ All Over
13.My Generation
14.Magic Bus

Download:http://rapidshare.com/files/131338830/The_Who_-_Live_at_Leeds.rar

Jethro Tull - Songs From The Wood (1977) [U.K]



Apesar de possuir faixas mais curtas que a maioria dos álbuns do Jethro Tull, esté é com certeza um dos mais clássicos da discografia desta grande banda.
Songs From The Wood têm em sua sonoridade elementos mais Folk e Hard Rock do que do próprio Progressivo, e mesmo assim mantêm em sua essência várias características Prog.Não há influências do barroco, por exemplo, que influênciou álbuns como o Benefit.
A sonoridade de Songs.. remete a florestas e fazendas.É dificil encontram aqui uma canção que bão soe "verde".Parte desta peculiaridade do disco se deve ao fato de que na época das gravações do álbum Ian Anderson estava vivendo com sua esposa em uma fazenda.
Songs From The Wood é um item obrigátorio da discografia do Jethro Tull.Um som característico da banda.Uma boa pedida para começar a conhecer o trabalho deles.

1.Songs from the Wood - 4:52
2.Jack in the Green - 2:27
3.Cup of Wonder - 4:30
4.Hunting Girl - 5:11
5.Ring Out, Solstice Bells - 3:46
6.Velvet Green - 6:03
7.The Whistler - 3:30
8.Pibroch (Cap in Hand) - 8:37
9.Fire at Midnight - 2:26


Download: http://rapidshare.com/files/162804483/songs_from_the_wood.rar

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Gentle Giant - Octopus (1973)



Para mim, o melhor disco desta excepcional banda britânica. Teatralidade, cânones, entrosamento e harmonia melódica sa os 04 termos que definem esta obra-prima gravada em 1973. Os vocais alternados entre Derek e Kerry funcionam aqui com excelência. Diferentemente dos álbuns anteriores e subseqüentes a este, aqui é encontrada uma homogeneidade entre as faixas não conseguida nos demais. A primeira delas, The Advent of Panurge, que representa um conflito entre Pantagruel e o gigante do mar (aliás, o disco enfoca este tema em outras canções também), é simplesmente brilhante. Varia entre trechos lentos e mais pesados, alternando-se os vocais entre Kerry e Derek e batidas quebradas sintonizando bateria, baixo e teclados, sendo que estes se sobressaem por seqüências em contrapontos com o tema cantado. As demais músicas também seguem a mesma linha de complexidade. Destaque também para Raconteur Trombadeur. Obrigatório.

1.The Advent of Panurge
2.Raconteur Trombadeur
3.A cry for everyone
4.The boys in the band
5.Knots
6.Dog's life
7.Think of me of kindness
8.The River

Download: http://rapidshare.com/files/38011785/_1973__Octopus.rar.html

sábado, 18 de abril de 2009

OSI - Office of Strategic Influence (2003) [USA]



Concebido por Mike Portnoy (Dream Theater), Kevin Moore (Chroma Key, ex- Dream Theater) e Jim Matheos (Fates Warning), o projeto Office Of Strategic Influence lança este debut contrariando as expectativas daqueles que esperavam um prog metal virtuoso ao estilo Dream Theater e Liquid Tension Experiment, ou algo mais melódico como o Transatlantic.
Mike Portnoy está tocando de forma bem “linear”, o que não o impede de dar mais uma aula de bateria. Destaque absoluta para a ênfase percussiva adotada em vários momentos, como na faixa título. Matheos mistura levadas acústicas com pesados riffs de guitarra, bem ao estilo citado do Porcupine Tree. Kevin Moore utiliza uma grande diversidade de sons para produzir uma atmosfera bastante intensa e experimental. Nada de pianos ou solos com o timbre pasteurizado tradicional do progmetal. Moore ainda assume os vocais. Embora não seja um grande vocalista, a sua abordagem suave e sem muita expressividade é totalmente adequada para o som da banda.
Embora o álbum não chegue a ser uma pérola, tem como grande trunfo fugir de um som convencional, com algumas faixas merecendo destaque. Uma delas é a faixa título, uma perfeita combinação de riffs pesados com a mencionada ênfase percussiva. Uma das minhas favoritas é a “Hello, Hellicopter!”, que tem violão que configura uma sonoridade bem perto do Porcupine Tree, adicionando-se novamente elementos percussivos. “SHUTdown”, com dez minutos, é a maior música do álbum, com elementos suaves e pesados se alternando e um grande trabalho do vocalista convidado Steven Wilson e uma arrepiante atuação da dupla Portnoy/Malone. O álbum fecha com a curtíssima e mais acessível "Standby (Looks Like Rain)", que conta com um violão bastante agradável.
O que vem depois são "apenas" covers.

1.The New Math (What He Said)
2.OSI
3.When You're Ready
4.Horseshoes and B-52's
5.Head
6.Hello, Helicopter!
7.Shutdown
8.Dirt From a Holy Place
9.Memory Daydreams Lapses
10.Standby (Looks Like Rain)
11.Set the Controls for the Heart of the Sun (Pink Floyd)
12.New Mama (Neil Young)
13.The Thing That Never Was


Download: http://rapidshare.com/files/222656494/OSIosi.zip.html

Led Zeppelin - Presence (1973) [U.K]



Otimo disco. Repare nos ritmos, nas quebradas de tempo, nos breaks, na linhagem de guitarra, muito sentimento. O Led Zeppelin passava por problemas na época das gravações do “Presence”. Talvez isso tenha resultado nas avaliações precipitadas sobre o álbum, até por este ser o trabalho menos variado da banda. Mas em uma discografia em que quase todos os álbuns são variados, já estava na hora de tentar fazer um som mais homogêneo, com uma identidade única. E essa identidade é o mais puro rock ‘n’ roll, quase totalmente elétrico, como a banda nunca havia experimentado antes.

1. Achilles Last Stand (10:25)
2. For Your Life (6:20)
3. Royal Orleans (2:58)
4. Nobody's Fault But Mine (5:27)
5. Candy Store Rock (4:07)
6. Hots On For Nowhere (4:43)
7. Tea For One (9:27)


Download: http://www.megaupload.com/?d=QGJV2BPG

Bacamarte - Depois do Fim (1983) [Brazil]



Bacamarte foi sem dúvida uma das contribuições mais significativas ao progressivo em todos os tempos, é uma pena que não seja conhecido como deveria. O disco apresenta influências de Yes, Genesis, PFM, e até do Renaissance, sem deixar é claro a originalidade para trás. O disco simplesmente não tem músicas ruins.
Um diamente do progressivo nacional e merece ser considerado como um dos melhores trabalhos realizados na década de 80.

1.UFO
2.Smog Alado
3.Miragem
4.Pássaro de Luz
5.Cano
6.O Último Entardecer
7.Controversia
8.Depois do Fim
9.Mirante das Estrelas


Download: http://www.4shared.com/file/79597612/fd35291b/Bacamarte__1983__Depois_Do_Fim_-_By_demoRockGratis.html

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Uriah Heep - Salisbury (1971)



Obra maravilhosa de 1971, com certeza foi inegavelmente um trabalho que deve ter influenciado muita coisa que viria a surgir no rock. Bird a Pray´pode ser considerada uma espécie de proto prog metal song, isso sem contar com a linda balada prog, the Park. Salisbury é uma faixa progressiva verdadeiramente honesta,emocionante e surpreendente para uma banda de Hard Rock, mesmo que não tivesse arranjo orquestrais. No todo, pode ser que encontraremos muitos elementos de hard rock, mas sua incursão no rock sinfonico e o flerte com o progressivo é incontestável. É um classico dos anos 70.Se voce puder ter somente um disco do Uriah Heep, não hesite, ele terá que ser o Salisbury.

1.Bird of Prey
2.The Park
3.Time to Live
4.Lady in Black
5.High Priestess
6.Salisbury

Download:http://www.mediafire.com/?znkz4nzztzm

Deep Purple Machine Head (1972) [U.K]



O albúm mais famoso do Deep Purple, Machine Head, contém diversos sucessos da banda, parecendo quase um Greatest Hits, e claro, a música que os consagrou: Smoke On The Water.
Um dos melhores álbuns que eu já tive a oportunidade de ouvir, com um clássico atrás do outro. A energia da banda está no máximo, com a formação clássica. Este é uma ótima pedida para ouvidos sedentos por um bom som.
Escrever mais do que isso é chuver no molhado, se tem alguem ainda que não conheça esse album, essa é a hora.

1.Highway Star
2.Maybe I'm a Leo
3.Pictures of Home
4.Never Before
5.Smoke on the Water
6.Lazy
7.Space Truckin'

Download: http://www.mediafire.com/?fobo3xpb4m6

Babe Ruth - First Base (1973) [U.K]



First Base do Babe Ruth é um disco razoavelmente conhecido pelo pessoal que gosta de hard dos anos 70.No entanto ele não é um trabalho que possa ser classificado plenamente dentro desta vertente do rock. Depois de algumas audições e de modo bastante curioso um conflito de classificação vai se estabelecendo, uma vez que é possível a identificação de algumas características de música pop, progressivo, hard rock e de jazz nas seis faixas que o compõe. Liderados pelo guitarrista e compositor Alan Sharlock e com uma cantora que lembra muito Inga do Frumpy esta banda inglesa de Hatfield, surgiu em 1971 mas somente lançou este primeiro álbum em 1973.
Wells Fargo, inicia-se com uma pegada hard rock com alguns elementos que revelam alguma influencia do Traffic de Winwood. O piano elétrico constante e os temas com bastantes passagem instrumentais conferem um certo "charme jazzístico" à ela. The Runaway, é superponível as canções do Renaissence, e se você estive desatento poderá ser facilmente iludido. Uma das grandes e gratas surpresas deste trabalho é uma versão simples e direta de uma das mais interessantes obras de Frank Zappa, conhecida pelo nome de King Kong.. Mas as homenagens não param por ai... temos The Mexican, obra do maestro e compositor Enrico Morricone para a sétima arte reverenciada de modo bastante original tanto que v/c só percebe o tema depois de alguns minutos de música. O disco termina com um hard rock básico muito peculiar desta banda que poucos tiveram a oportunidade de ouvir na época. Tiveram alguns discos lançados no Brasil, pela Odeon. First base foi um fracasso de vendas tanto que seus dois discos subsequentes acabaram não sendo editados em nosso mercado (Amar Caballero e Babe Ruth) Esta relativa falta de interesse pode estar ligada aos aspectos híbridos já comentados.

1.Wells Fargo - 6:17
2.The Runaways - 7:27
3.King Kong - 6:44
4.Black Dog - 8:03
5.The Mexican - 5:49
6.Joker - 7:43

Download: http://www.mediafire.com/?deqnzjytzdd

Jeff Beck - Wired (1976) [U.K]




O sucessor do antológico “Blow by Blow” era muito aguardado, já que se comentava de que a parceria Beck , com a produção de George Martin havia rendido outros temas que entraria no próximo trabalho. Beck estava mais “Jazzy” do que nunca, e prova disso foi o leque de convites que se abria para que ele colabora-se com gente como Stanley Clarck e Billy Preston. Esta fase de Beck seria a ponte para que seu trabalho fosse visto de maneira, digamos, mais respeitosa, ao lado de nomes já consolidados da guitarra. Nessa época, os Ex-Yarbirds, Beck, Clapton e Page, já eram chamados pela imprensa de “Santíssima Trindade da Guitarra” , e o peso da responsabilidade nunca foi um fardo para Beck.
A importância de Wired para o gênero Fusion é indiscutível. Beck já teve que ser comparável inevitavelmente com Clapton e aqui, era a vez da imprensa coloca-lo lado a lado de John McLaughlin. George Martin teve muito trabalho para produzir as linhas sinteitizadas de Jan Hammer, mas contudo, este álbum foi melhor gravado e produzido que seu anterior. Beck se superou ao tocar com a banda mais técnica, que havia se aventurado até então, e daí em diante, definiu seu estilo avesso a rótulos.

1.Led Boots (4:03)
2.Come Dancing (5:54)
3.Goodbye Pork Pie Hat (5:30)
4.Head For Backstage Pass (2:44)
5.Blue Wind (5:54)
6.Sophie (6:31)
7.Play With Me (4:10)
8.Love Is Green (2:32)

Download: http://rapidshare.com/files/120064216/JeffBeck_Wired.rar

Captain Beyond - Sufficiently Breathless (1973) [USA]



Banda formada simplesmente por um ex-integrante do Deep Purple (Rod Evans), dois ex- integrantes do Iron Butterfly (Lee Dorman e Rhino) e o baterista Bobby Caldwell (ex-integrante da banda de Johnny Winter e futuro Armageddon, com Keith Relf). Com a saída de Caldwell depois do primeiro álbum, entram Rodrigues, Garcia e Wynans para a gravação deste álbum.
Sufficiently Breathless abre o álbum, com uma levada bem folk, sendo um pouco entediante pela pouca variação que possue, mas com um belo vocal de Rod Evans; em seguida Bright Blue Tango, já mostrando bem o lado latino da coisa, mas não perdendo nem um pouco o caráter rock do som, o resultado é fantástico, percussões interessantes, grande performance de Rhino (nada de "datilógrafos" da guitarra, somente a nota certa no momento certo) e grandes riffs compostos por Lee Dorman (que por sinal compôs o albúm inteiro); Drifting In Space soa mais latina ainda, com percurssões, piano elétricoe guitarras soando um pouco Santana.
Evil Men, grande faixa, começando pela bela guitarra de Rhino e o Baixo de Lee Dorman viajando junto... e um riff matador, sempre com numa pegada bem latina, com poucos excessos, resultando em um som extremamente original; em Starglow Energy o lado latino é deixado de lado por um tempo, é a faixa mais progressiva, com piano e orgão abrindo o som, Rod Evans lembra um pouco Greg Lake dos tempos de In Wake Of Poseidon, no meio da faixa rola um riff que lembra muito Thin Ice do Pink Floyd (1977...), destaque novamente para as guitarras de Rhino, com um solo muito expressivo; Distant Sun se inicia com um riff muito bom e descamba novamente para o lado latino, mas com destaque para o piano elétrico de Reese Wynans e as percussões de Guille Garcia, que a primeira vez que ouvi não entendi muito, mas em outras audições perccebe-se a genealidade desse grupo! Voyages Of Past Travellers trata-se de um space-rock com um vocal desacelerado, ficando bem grave, até hoje não entendi o que que esse vocal fala... ? Fecha-se o albúm com Everything's A Circle, o mais descarado rock-latino do álbum, agora soando muito mais como Santana, percussões, guitarras, baixo, mas contendo alguns riffs influenciados pelo seu primeiro álbum... mas em suma, é um álbum fantástico! Para quem gosta de rock progressivo autêntico e original, é um prato cheio!

1.Sufficiently Breathless (5:16)
2.Bright Blue Tango (4:13)
3.Drifting In Space (3:13)
4.Evil Men (4:52)
5.Starglow Energy (5:04)
6.Distant Sun (4:43)
7.Voyages Of Past Travellers (1:46)
8.Everything's A Circle (4:14)

Download: http://rapidshare.com/files/103103904/cb_-_1973_-_sb.rar

Emerson, Lake and Palmer - Brain Salad Surgery (1973) [U.K]



Lançado em Novembro de 1973, tanto na Inglaterra quanto no E.U.A, com um design extremamente diferenciado e exibindo um trabalho fenomenal de H.R.Giger, inspirado numa figura utilizada no filme Allien, o disco foi definido por Palmer como o mais complicado de ser gravado, contrariando seu companheiro Lake que acreditara ser o antecessor Trilogy merecedor deste título.Nele voce encontrava música clássica, pois Toccata adaptada do quarto movimento de um concerto para piano de Ginastera, deixou Emerson muito apreensivo e de fato o levou até seu ídolo para a autorização requerida para a adaptação arrancando uma frase do próprio autor : "esta é maneira que a minha música deve ser tocada"! Isso sem dúvida motivou muitíssimo a banda.Nele você também encontrava o jazz e o bebop, ouvindo a segunda impressão da suite Karl evil 9. Se prosseguisse na suite até a terceira impressão encontrava um épico !Mas o E.L&P também éra uma banda de rock and roll e voce tinha um encontro marcado neste disco com ele ouvindo Karl evil 9 primeira impressão segunda parte. Gostava de vinhetas ? Ouvindo um jornal noturno da Globo nos anos 70/80, teriamos o "encontro" de uma vinheta de Karl evil 9 na primeira impressão primeira parte.Mas se voce gostava mesmo de baladas acústicas nada melhor que ouvir Still you turn me on com Lake em "momento solo no disco" sua doce voz e o arranjo inesquecível, insubstituível e eterno. Não! mas v/c gostava de rádio! Então era só colocar o disco no início e ouvir a versão pop de um clássico do rádio inglês: Jerusalem. ! Acho que já é possível perceber de que progressivo estamos falando De K. Emerson, Greg Lake e Carl Palmer, como instrumentistas não há o que comentar. A história do rock já os consagrou como virtuosos, cada umas nas suas atribuições.

1.Jerusalem
2.Toccata
3.Still... You Turn Me On
4.Benny The Bouncer
5.Karn Evil 9 (1st Impression - Part 1)
6.Karn Evil 9 (1st Impression - Part 2)
7.Karn Evil 9 (2nd Impression)
8.Karn Evil 9 (3rd Impression)

Download: http://rapidshare.com/files/177224806/Brain_Salad_Surgery.rar

George Harrison - All Things Must Pass (1970) [U.K]



All Things Must Pass veio à tona poucos meses após a separação oficial dos Beatles, ainda em 1970, o que - entre outras coisas - nos faz imaginar que muitas das canções do disco já estavam devidamente “guardadas” há um bom tempo, apenas esperando pelo momento de serem gravadas e lançadas.
Contando com a colaboração de músicos do nível de Eric Clapton, Alan White, Ginger Baker e Billy Preston, os destaques do trabalho são inúmeros, comentar faixa a faixa tornaria a resenha desinteressante e gigante então vale ressaltar a beleza, a mensagem de paz, amor à vida e as pessoas que George transmite em letras como as inesquecíveis Isn't It a Pity , What Is Life, All Things Must Pass e Beware of Darkness. A fé e a reverência às crenças do compositor também estão presentes em faixas como na clássica My Sweet Lord e na sensacional Hear Me Lord.
All Things Must Pass é um disco para toda a vida, para todas as vidas e gerações, muito mais que a libertação de um músico que até então vinha sendo oprimido, é um trabalho que além de músicas inesquecíveis e de beleza única, simboliza otimismo e crença no amor, na vida e nas pessoas.
Simplesmente otimo do começo ao fim.

CD1:

01 I'd Have You Anytime 02:53
02 My Sweet Lord 04:36
03 Wah-Wah 05:33
04 Isn't It A Pity (Version One) 07:05
05 What Is Life 04:15
06 If Not For You 03:27
07 Behind That Locked Door 03:03
08 Let It Down 04:53
09 Run Of The Mill 02:50
10 Beware Of Darkness 03:45
11 Apple Scruffs 03:03
12 Ballad Of Sir Frankie Crisp (Let It Roll) 03:46
13 Awaiting On You All 02:44
14 All Things Must Pass 03:44

CD2:

01 I Dig Love 04:52
02 Art Of Dying 03:35
03 Isn't It A Pity (Version Two) 04:43
04 Hear me Lord 05:41
05 Out Of The Blue 11:12
06 It's Johnny's Birthday 00:49
07 Plug Me In 03:17
08 I Remember Jeep 08:04
09 Thanks For The Pepperoni 05:31


Download CD 1: http://www.megaupload.com/?d=30MOHP3P

Download CD 2: http://www.megaupload.com/?d=G5WU5ZKN

Lynyrd Skynyrd - Pronounced 'Leh-'Nerd 'Skin-'Nerd (1973) [USA]



Um dos maiores expoentes do Southern Rock, o Lynyrd foi formado no comecinho dos anos 70.
O "Pronounced..." tem uma sequência matadora de clássicos, que fizeram o album virar uma coletânea. Começando pela própria I Ain't The One, o disco chega na belíssima balada Tuesday's Gone (regravada pelo Metallica no 'Garage...'),chega depois a Gimme Three Steps e passa por outra do mesmíssimo naipe da Tuesday's Gone, a bela Simple Man, em seguida vem uma trinca poderosa de Things Goin' On - Mississipi Kid - Poison Whiskey e termina com uma das melhores canções e letras dos anos 70 a fantástica Free Bird e o seu solo mais do que marcante.

01.I Ain't the One
02.Tuesday's Gone
03.Gimme Three Steps
04.Simple Man
05.Things Goin' On
06.Mississippi Kid
07.Poison Whiskey
08.Free Bird

Download: http://www.megaupload.com/?d=OI442DEC

Genesis - The Lamb Lies Down On Broadway (1974) [U.K]



Lamb Lies Down on Broadway foi o fechar das cortinas para Peter Gabriel no Genesis, e também o álbum mais controverso da fase clássica do grupo: Para alguns é a obra-prima definitiva da banda, para outros o prenúncio de sua degeneração.Os próprios integrantes da banda tem opiniões divergentes: Para Gabriel e Collins, Lamb é o melhor disco da banda, Hackett por sua vez nunca demonstrou maior apreço pela obra, até pela pouca participação que teve em sua elaboração.
A temática do álbum , desenvolvida quase que exclusivamente por Gabriel , gira em torno da história de Rael, um porto-riquenho que vive uma aventura urbana , mas surrealista em Nova Iorque. A banda assim se distanciava das temáticas folclóricas e mitológicas, comuns (mas não únicas ) nos álbuns anteriores. Mudanças também musicais: As composições longas , características por exemplo do denso Selling England by the Pound , não são mais predominantes. Surgem canções mais diretas, embora sempre com arranjos sofisticados. Algumas faixas, como Waiting Room e Silent Sorrow in Empty Boats nascem a partir de improvisações.

CD1:

1.The Lamb Lies Down On Broadway
2.Fly On A Windshield
3.Broadway Melody Of 1974
4.Cuckoo Cocoon
5.In The Cage
6.The Grand Parade Of Lifeless Packaging
7.Back In N.Y.C.
8.Hairless Heart
9.Counting Out Time
10.Carpet Crawlers
11.The Chamber Of 32 Doors

CD2:

1.Lilywhite Lilith
2.The Waiting Room
3.Anyway
4.Here Comes The Supernatural Anaesthetist
5.The Lamia
6.Silent Sorrow In Empty Boats
7.The Colony Of Slippermen (The Arrival/A Visit To The Doktor/Raven)
8.Ravine
9.The Light Dies Down On Broadway
10 Riding The Scree
11.In The Rapids
12.It

Download: http://rapidshare.com/files/183248262/Bf_Mius_GNE_TLLDIB5643.rar
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...